A sanitização com ácido peracético industrial é hoje uma das tecnologias mais eficientes para controle microbiológico em ambientes produtivos que exigem segurança máxima. Trata-se de um agente oxidante de altíssima potência, capaz de eliminar bactérias, fungos, leveduras, vírus e esporos com rapidez e confiabilidade, mesmo em sistemas complexos, com geometrias internas desafiadoras e presença de biofilmes resistentes.
Na Fathor pH, a sanitização com ácido peracético é aplicada de forma técnica e totalmente controlada. Não é simplesmente “jogar produto na linha”: desenhamos protocolos específicos para cada planta, levando em conta o tipo de processo, o material dos equipamentos, a sensibilidade dos produtos, o histórico de contaminações e as normas que a indústria precisa atender, como ANVISA, MAPA, HACCP, GMP, ISO e legislações internacionais.
O ácido peracético (APA) é amplamente utilizado em:
– indústrias de alimentos e bebidas;
– laticínios e derivados;
– cervejarias e bebidas não alcoólicas;
– indústrias farmacêuticas e cosméticas;
– saneantes, química fina e biotecnologia;
– sistemas de água purificada e utilidades de processo.
Ele se destaca por algumas características-chave: ação rápida, amplo espectro de atuação, eficiência mesmo em baixas temperaturas, baixa dependência de pH e decomposição em subprodutos relativamente seguros (água, oxigênio e ácido acético). Quando bem aplicado, o ácido peracético entrega um nível de sanitização muito superior aos desinfetantes tradicionais, com grande vantagem em ambientes de alta demanda microbiológica.
A Fathor pH utiliza o ácido peracético em diferentes formatos de aplicação:
– sanitização via CIP (Cleaning in Place);
– recirculação em tubulações e loops sanitários;
– sanitização de tanques, reatores e vasos industriais;
– higienização de linhas de envase e sistemas assépticos;
– desinfecção de trocadores de calor, filtros e manifolds;
– apoio a processos SIP (Sterilization in Place), quando aplicável.
Antes de simplesmente injetar ácido peracético no sistema, nossa equipe realiza diagnóstico técnico detalhado. Analisamos pontos de retenção, dead legs, histórico de falhas microbiológicas, presença provável de biofilmes, condição das superfícies internas, soldas, conexões e a própria rotina de higienização que a indústria vinha adotando. A partir disso, construímos um protocolo robusto, com concentrações, tempos de contato, temperaturas e sequências bem definidas.
Na prática, a sanitização com ácido peracético costuma entrar como etapa final de higienização, após a limpeza alcalina e, quando necessário, a limpeza ácida. Essa sequência garante que o sanitizante atue diretamente sobre micro-organismos e resíduos finos, e não seja desperdiçado em sujeira grosseira que deveria ter sido removida anteriormente. O resultado é uma desinfecção muito mais efetiva, estável e duradoura.
Outro ponto importante é a atuação do ácido peracético sobre biofilmes. Muitos processos industriais sofrem com contaminações recorrentes que sempre “voltam” depois de um tempo. Isso quase sempre está ligado à presença de biofilme aderido à superfície interna de tubulações e equipamentos. O APA, aplicado com metodologia correta, consegue penetrar e oxidar essa matriz, destruindo a base do problema e interrompendo a recorrência.
A Fathor pH também se preocupa com segurança operacional. O ácido peracético é potente e precisa ser manipulado com critério, EPIs corretos e sistema bem parametrizado. Em nossos projetos, incluímos:
– orientação de segurança para a equipe interna;
– definição de pontos de dosagem e diluição corretos;
– controle de concentração por medição e registro;
– sequências de enxágue para evitar resíduos indesejados;
– documentação e POPs claros para repetição do processo.
Para setores mais sensíveis, como farmacêutico e cosmético, a sanitização com ácido peracético é integrada a rotinas de validação de limpeza, monitoramento microbiológico e, se necessário, monitoramento de resíduos químicos após a higienização. Tudo isso é registrado em relatórios técnicos, com dados que suportam auditorias internas, auditorias de clientes e inspeções de órgãos reguladores.
Em alimentos e bebidas, o ácido peracético ajuda a reduzir:
– contaminação por bactérias ácido-láticas;
– alterações de sabor e odor;
– formação de gás e estufamento de embalagens;
– turbidez inesperada;
– perda de vida de prateleira e devoluções.
No fim das contas, a sanitização com ácido peracético industrial não é só um “produto químico”, é uma estratégia de proteção do processo produtivo. Quando bem implementada, reduz custos com desperdício, evita retrabalho, melhora a percepção do consumidor e protege a marca contra problemas de qualidade.
A Fathor pH atende indústrias em todo o Brasil, com projetos sob medida, equipe técnica especializada e foco total em resultado. Nosso compromisso é entregar sistemas realmente seguros do ponto de vista microbiológico, com protocolos de sanitização consistentes, repetíveis e bem documentados.
FAQ – PERGUNTAS FREQUENTES
O ácido peracético é seguro para uso em indústrias de alimentos?
Sim, é amplamente utilizado nesse setor quando aplicado dentro das concentrações recomendadas e com enxágue adequado, conforme legislação.
Ele substitui o cloro?
Em muitos casos, sim. O ácido peracético tem ação oxidante mais forte, menor formação de subprodutos indesejados e melhor desempenho contra biofilmes.
Pode ser usado em sistemas CIP?
Pode e deve. É um dos sanitizantes mais comuns em rotinas CIP bem estruturadas.
Existe risco de corrosão?
Se mal aplicado, sim. Por isso, definimos concentração, tempo e temperatura de forma técnica para proteger o equipamento.
Funciona contra biofilmes?
Sim, é um dos pontos fortes do ácido peracético, principalmente em protocolos oxidantes combinados.
É aceito por normas farmacêuticas e cosméticas?
Sim, é amplamente aceito e utilizado em ambientes de alta criticidade, desde que o processo seja validado e bem documentado.
Precisa enxaguar depois?
Depende da aplicação e da concentração. Em muitos casos, sim. Isso é definido no protocolo desenhado para cada cliente.
Vocês fornecem só o serviço ou também ajudam a montar o procedimento padrão?
Fazemos os dois: executamos, validamos e deixamos o POP pronto para a equipe interna seguir.
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