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A limpeza e sanitização de trocadores de calor é um dos processos mais críticos dentro de qualquer operação industrial que dependa de estabilidade térmica, precisão no aquecimento e resfriamento e controle microbiológico rigoroso. Trocadores de calor são peças-chave em praticamente todos os setores produtivos — desde alimentos e bebidas até indústrias farmacêuticas, cosméticas, químicas, petroquímicas, laticínios e biotecnologia. Quando não são higienizados corretamente, tornam-se um dos maiores focos de contaminação, perda de eficiência, aumento de consumo energético e falhas recorrentes na linha de produção.

A Fathor pH é referência nacional em limpeza e sanitização técnica de trocadores de calor, atuando com protocolos avançados que vão muito além de uma higienização superficial. Nosso método inclui análise microbiológica, inspeção das placas, medição de incrustação, avaliação das condições de operação e aplicação dos melhores agentes químicos para desincrustação e sanitização profunda. Trabalhamos tanto com trocadores de placas quanto com casco e tubo, espiral, duplo tubo, sanitários, industriais e aplicações especiais.

Ao longo do tempo, é comum que o trocador acumule uma combinação de resíduos orgânicos, inorgânicos e microbiológicos, formando camadas resistentes que reduzem drasticamente a troca térmica. Proteínas, gorduras, minerais, carbonatos, ferro, biofilmes bacterianos e até polímeros do processo podem se fixar nas placas ou tubos, prejudicando o fluxo, reduzindo a eficiência térmica e gerando aumento de pressão. Esses depósitos fazem com que a indústria gaste mais energia, perca qualidade no produto final e enfrente paradas constantes para manutenção corretiva — que são sempre muito mais caras e perigosas do que a manutenção preventiva.

A atuação da Fathor pH é minuciosa. Começamos identificando a causa da incrustação e o tipo de contaminante presente. Cada trocador exige uma combinação específica de técnicas: limpeza química ácida, alcalina, oxidante, limpeza térmica, passivação, CIP com recirculação, limpeza manual em casos extremos e sanitização bactericida, fungicida ou oxidante para garantir eliminação total dos micro-organismos. Nossos químicos industriais são certificados e projetados para aplicação em sistemas sensíveis, sem causar desgaste, corrosão ou falhas estruturais.

Durante o processo, também realizamos análise microbiológica para detectar a presença de bactérias como Pseudomonas, Bacillus, biofilmes complexos e contaminantes comuns em setores alimentícios e farmacêuticos. A sanitização assegura que o sistema opere dentro dos parâmetros exigidos por auditorias sanitárias, certificações ISO, ANVISA, MAPA, HACCP e padrões internacionais de segurança de processos.

Outro ponto crítico é que a higienização adequada de trocadores de calor reduz o risco de contaminação cruzada entre lotes produtivos. Em indústrias de bebidas, por exemplo, a falta de sanitização pode alterar o perfil sensorial, mudar o pH, gerar sabores indesejados e comprometer a estabilidade microbiológica do produto. Em laticínios, o trocador é um dos principais pontos de formação de biofilme, responsável por contaminações persistentes. Já na indústria farmacêutica, qualquer alteração microbiológica pode comprometer processos sensíveis e validar negativamente lotes inteiros.

A Fathor pH também oferece inspeção por boroscopia, testes de estanqueidade e verificação de integridade das placas e vedações. Essas etapas são fundamentais para prevenir vazamentos, contaminações internas e trocas térmicas ineficientes que podem comprometer toda a operação. Além disso, fornecemos documentação completa para auditorias, relatórios técnicos, parâmetros utilizados, curvas de temperatura, fotos e análise dos resultados antes e depois da intervenção.

Para clientes que operam 24 horas, desenvolvemos planos contínuos de sanitização preventiva, evitando perdas de rendimento e garantindo que o equipamento opere sempre com performance máxima. A limpeza preventiva aumenta a vida útil das placas, reduz custos de reposição, diminui o consumo de energia e estabiliza o processo produtivo. Esse tipo de abordagem gera economia real e mensurável, algo que gestores e equipes de manutenção valorizam profundamente.

A Fathor pH atende indústrias em todo o Brasil com equipes técnicas especializadas, equipamentos modernos e processos validados. Somos reconhecidos pela precisão do trabalho, pelo suporte técnico completo e pela capacidade de resolver problemas complexos envolvendo contaminação, incrustações severas ou trocadores que perderam totalmente a eficiência térmica. Nosso propósito é entregar não apenas uma higienização, mas uma solução completa de confiabilidade operacional, qualidade e segurança industrial.

FAQ – Perguntas Frequentes (VERSÃO MAIOR)

Quais setores mais utilizam a sanitização de trocadores de calor?

Alimentos, bebidas, cervejarias, farmacêuticas, cosméticos, laticínios, químicas, biotecnologia, petroquímica e todas as operações que dependem de troca térmica.

Qual o maior problema causado por falta de limpeza?

Redução drástica da eficiência térmica, aumento de energia, perda de qualidade do produto, contaminação e paradas não programadas.

A Fathor pH remove biofilmes resistentes?

Sim. Utilizamos protocolos combinados com agentes alcalinos, oxidantes e térmicos para destruição total da matriz de biofilme.

Vocês fazem inspeção interna das placas?

Sim, com boroscopia, inspeção visual, análise de integridade e testes de estanqueidade.

Quanto tempo dura o processo?

Depende do tamanho do trocador e da severidade da incrustação, variando entre algumas horas e um dia completo.

É possível recuperar trocadores muito danificados?

Sim, desde que não haja dano estrutural irreversível. Recuperamos trocadores em péssimas condições.

A Fathor pH oferece sanitização CIP?

Sim, realizamos CIP completo e validado para linhas produtivas e sistemas integrados.

A higienização melhora o consumo de energia?

Sim. Um trocador limpo reduz significativamente o consumo térmico e elétrico da fábrica.

Vocês atendem trocadores de calor sanitários?

Sim, incluindo aqueles usados em processos de alta criticidade em alimentos e fármacos.

Trabalham com contrato de manutenção preventiva?

Sim, e essa é a forma mais eficiente de manter o equipamento sempre dentro dos padrões técnicos.


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