A higienização térmica em sistemas industriais é um dos métodos mais eficazes e seguros para eliminar micro-organismos, destruir biofilmes resistentes e garantir a conformidade sanitária em processos que não podem sofrer riscos de contaminação. Diferente da sanitização química, que depende da ação de reagentes, a higienização térmica utiliza o calor como agente microbiocida, obtendo resultados superiores principalmente em indústrias que exigem absoluto controle higiênico-sanitário.
Na Fathor pH, aplicamos procedimentos de higienização térmica em sistemas industriais de todos os portes, incluindo tubulações, tanques, linhas de envase, pasteurizadores, trocadores de calor, sistemas CIP/SIP, redes de água purificada, osmose reversa e circuitos fechados. A técnica é amplamente utilizada em indústrias farmacêuticas, cosméticas, alimentícias, laticínios, bebidas, cervejarias, saneantes e em qualquer ambiente onde a carga microbiológica precisa ser reduzida a níveis extremamente baixos.
O calor é um dos métodos mais antigos e eficazes de sanitização. Ele provoca desnaturação de proteínas microbianas, destrói membranas celulares, inativa vírus e fungos, e rompe a estrutura dos biofilmes — tornando-os muito mais fáceis de remover ou eliminar por completo. Contudo, para ser realmente seguro, o processo deve ser conduzido com engenharia, controle rigoroso e validação técnica. É exatamente esse o ponto forte da Fathor pH.
Nosso processo de higienização térmica envolve:
– mapeamento completo do sistema e identificação dos pontos críticos;
– definição da temperatura ideal (geralmente entre 70°C e 95°C, podendo chegar a 121°C em sistemas SIP);
– cálculo do tempo de exposição necessário para eliminar micro-organismos alvo;
– monitoramento contínuo da temperatura em múltiplos pontos;
– registro documentado para validação sanitária;
– verificação de uniformidade térmica, evitando zonas frias;
– testes microbiológicos antes e depois da sanitização.
Além da eliminação de biofilmes e micro-organismos, a higienização térmica corrige problemas indiretos como mau odor, pontos de corrosão microbiologicamente induzida (MIC), contaminações crônicas no sistema, instabilidade microbiológica em linhas de água purificada e falhas recorrentes em etapas de envase.
Indústrias que trabalham com padrões internacionais — como GMP, RDC 430, ISO 22000, FSSC 22000, HACCP e microbiologia de água purificada — frequentemente utilizam a higienização térmica como método oficial de sanitização, justamente pela previsibilidade, eficácia e ausência de resíduos químicos.
A Fathor pH possui experiência na adequação de sistemas para permitir higienização térmica de forma segura, incluindo válvulas sanitárias, trocadores higienizáveis, tubulações com declividade adequada, drenagem completa, sensores de temperatura calibrados e automação integrada ao painel de controle da planta.
Além disso, desenvolvemos procedimentos escritos, instruções operacionais padronizadas, validação térmica documentada e treinamentos específicos para equipes técnicas, garantindo que o processo seja repetível, auditável e compatível com auditorias sanitárias e de qualidade.
A higienização térmica é indicada especialmente para:
– sistemas de água purificada e água para injetáveis (WFI);
– linhas CIP e SIP completas;
– pasteurizadores, trocadores de calor e serpentinas;
– tubulações e tanques de produtos sensíveis;
– indústrias de bebidas, cervejas e laticínios;
– indústrias farmacêuticas e cosméticas;
– linhas de envase asséptico;
– sistemas que apresentam contaminações microbiológicas recorrentes.
Em muitos casos, o cliente chega até a Fathor pH depois de tentar várias sanitizações químicas sem sucesso. Isso ocorre porque certos tipos de biofilme simplesmente não respondem a sanitizantes tradicionais. O calor, por outro lado, rompe a matriz polimérica e destrói o biofilme pela raiz, devolvendo estabilidade microbiológica ao sistema.
O objetivo da higienização térmica é sempre o mesmo: garantir água, produtos e processos mais seguros, mais estáveis e mais eficientes, com menos downtime, menos perdas e menos risco sanitário. A operação fica mais previsível e muito mais controlada.
FAQ – PERGUNTAS FREQUENTES
A higienização térmica substitui a sanitização química?
Em muitos casos, sim. Em outros, é usada de forma complementar. Depende do tipo de sistema e do nível de risco.
Qual temperatura é suficiente para eliminar bactérias?
Normalmente acima de 70°C, mas cada micro-organismo possui resistência térmica específica. Em sistemas SIP, pode chegar a 121°C.
Pode ser aplicada em qualquer equipamento industrial?
É necessário avaliar materiais, juntas, válvulas e limites de temperatura. A Fathor pH realiza esse diagnóstico.
O processo deixa resíduos?
Não. A grande vantagem é que a higienização térmica não deixa resíduos químicos no sistema.
É válida para normas sanitárias?
Sim. É amplamente aceita em auditorias farmacêuticas, alimentícias e cosméticas.
O método remove biofilme completamente?
Quando bem conduzido, sim. É um dos métodos mais eficazes contra biofilmes avançados.
A Fathor pH emite relatório técnico?
Sim, com registro de curvas térmicas, validação e documentação sanitária.
Vocês atendem todo o Brasil?
Sim, com equipe técnica especializada e suporte contínuo.
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